Nesta terça (24), o Lyon, mais um clube de propriedade de John Textor, sete vezes campeão francês nos anos 2000, foi rebaixado pela primeira vez na história. A decadência vem de um déficit superior a €500 milhões, que resultou em sanções pelo Direção Nacional de Controle e Gestão (DNCG). Sanções, inclusive, sofridas desde novembro de 2024, incluindo veto a contratações e queda obrigatória caso o déficit não fosse sanado.
Mesmo terminando a temporada na 6ª colocação da Ligue 1, a venda de jogadores (Lopes, Caqueret, Jeffinho) não foi suficiente para equilibrar as contas. Agora, o clube enfrenta desafios enormes: receitas reduzidas, forte pressão para vender mais e a meta urgente de retornar à elite. No entanto, o parecer que decretou o Lyon rebaixado ainda pode ser revisto, já que cabe recurso por parte do clube de John Textor.
A gestão de Textor, à frente desde 2022, no entanto, está sob análise. De acordo com a imprensa francesa, a missão de reconstruir o Lyon depende de uma combinação delicada de cortes, negociações e desempenho.
Decadência
O rebaixamento do Lyon marca um contraste brutal com a era dourada do clube, dominante no futebol francês entre 2002 e 2008. À época, foram sete títulos consecutivos da Ligue 1. Naquela década, por exemplo, o clube revelou craques como Karim Benzema e Juninho Pernambucano, além de participar com frequência da Champions League. A equipe era símbolo de organização e excelência esportiva no país.
Desde então, o Lyon passou por um período de oscilação, com campanhas medianas e perda de protagonismo. A chegada de John Textor, em 2022, foi recebida com expectativa de retomada, mas a crise financeira e os erros de gestão acabaram afundando o clube em sua maior tragédia esportiva.
Foto: Divulgação/Lyon
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